Maldade

by domingo, julho 25, 2010 0 comentário(s)


O bem, e o mal, uma das grandes polêmicas da humanidade. Mas afinal, o que são eles?

O bem é caracterizado pelo que não traga, nem afete de modo ruim à alguém. Que não machuque moral ou fisicamente à um indivíduo. O mal é caracterizado, obviamente, pelo contrário. Algo que de alguma forma, mesmo que em quantidade mínima, afete moralmente ou fisicamente à um indivíduo.

As duas são lados realmente opostos? Muitos como eu, acham que não, a necessidade de haver um mal, e um bem, ao mesmo tempo, um equilíbrio, faz com que a existência se torne ao mesmo tempo, difícil e interessante.

Se você perceber, existem pessoas que sentem prazer em fazer o mal. Alguma espécie de felicidade maligna em conceber a tristeza de outras pessoas, algo que a faça feliz, mesmo que faça as outras pessoas tristes.

E se você perceber também, que existem pessoas que querem seu bem, seu sorriso, sua feliz, mas as querem junto à dele, com ele, em alguma espécie de ciúme possessivo.

A maldade de existir, é não saber o que você vai se tornar, ou simplesmente ter medo de se tornar algo que não queira antes de morrer. Ninguém realmente teme a morte. Ela também é regada por anos de ódio, que corroem tanto, que em um certo ponto o que resta é nada mais do que uma casca vazia que vaga por ai. Aos sábios que são essas cascas vazias, eles conseguem ter uma vida normal, fingem muito bem. Aos tolos que se matam, tudo que temos a fazer é lamentar.

A visão de que sabedoria é algo que se nasce com ela, é uma visão falsa. Sabedoria se cria, se gera, se lê e se aprende. Ninguém fica sábio da noite pro dia, e qualquer um pode ser um tolo em menos de 5 segundos, em algum comentário infeliz.

Acho também que ignorância é um privilégio dado aos que o merecem. E sabedoria é uma maldição.

Concluímos que maldade ou bondade, é uma questão do jeito que você vê as coisas, e nada mais do que isso. E claro, não pense que todos nascemos maus, pois não é verdade. Todos nascemos bons, o mundo, sociedade (seja lá como você decida chamar o que você conhece como Universo) é o que nos "corrompe".

Um certo personagem, chamado Rorshack, disse certa vez, após o homem mais inteligente do mundo mudar a natureza humana através de uma catástrofe, que não se corromperia, e que essa era a diferença entre ele e seu parceiro e logo depois disse : "Não se corrompa, nem diante do Armageddon".

Bom, aqui fica meu adeus.

Adeus.

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