Vaidade

by segunda-feira, fevereiro 21, 2011 0 comentário(s)

Uma das melhores analogias que li, adaptada.

Vaidades de vaidades! É tudo vaidade!

Todos buscamos coisas que nem sequer sabemos o que exatamente é. Buscamos a resposta, mas nem sequer sabemos a pergunta.

O que adianta a vaidade?

Uma geração vai, outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
E nasce o sol, e põe-se o sol, e volta ao seu lugar, de onde nasceu.
Todos os ribeiros vão para o mar, e, contudo, o mar não se enche; para o lugar para onde os ribeiros vão, para ai se tornam eles a ir.

O que foi, isso é o que há de ser; e o que e fez, isso se tornará a fazer; de modo que nada há novo debaixo do sol.

Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu:
Há tempo de nascer e tempo de morrer;
Tempo de plantar e tempo de arrancar o que plantou;
Tempo de matar e tempo de curar;
Tempo de derribar e tempo de edificar;
Tempo de chorar e tempo de rir;
Tempo de prantear e tempo de saltar;
Tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntar pedras;
Tempo de abraçar e tempo de afastar-se de abraçar;
Tempo de buscar e tempo de perder;
Tempo de guardar e tempo de deitar fora;
Tempo de rasgar e tempo de coser;
Tempo de estar calado e tempo de falar;
Tempo de amar e tempo de aborrecer;
Tempo de guerra e tempo de paz.


Tudo tem seu tempo, e tudo acontece ao seu tempo. A questão é que para que as coisas acontecerem, para que tudo dê início à um Caos, à uma organização, é necessário um começo, um "pontapé", uma fagulha.

Do que adianta a vaidade? É como uma pedra no sapato de um grande escalador, de um grande aventureiro. Ou de até pequenos, pois primeiro precisamos ser pequenos para depois nos tornamos grandes.

Vivamos nossas vidas sem vaidades, para que cada dia seja mais incrível que o anterior.

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