Renascimento

by domingo, maio 22, 2011 0 comentário(s)

Surgir das cinzas é uma expressão usada apenas por fênix, logo não poderemos usar essa expressão, afinal, somos uma águia.

Não existem dias ruins, ou dias bons, existe apenas com qual frequência você se repete. Criticavam as fábricas por existirem apenas em modo de linha de montagem, mas hoje não mudou muito.

Nós ainda roubamos da natureza, produzimos algo que não é nosso, vendemos a preços exorbitantes coisas artificiais e que dão câncer, consumimos eletrônicos, comida, bebida, ar, tudo ao nosso redor totalmente e ridiculamente como se tudo estivesse bem e no final, jogamos os restos de nossas coisas em solo ao qual era e sempre será sagrado.

Não existe nada mais absolutamente destrutivo do que saber que a vida como é falada, escrita, ouvida, sentida é totalmente artificial, e em um mundo tão cheio de falhas, mal e destruição que finalmente existia inocência, ela se perde juntamente como o significado da vida.

Em alguns, o significado permanece, mas porque não permaneceria? Enquanto em um ou mais perdurar o significado da vida ela ainda tem possibilidade de existir... Mas até quando?

Palavras se repetem, mas se repetem com o motivo que nossa língua não é infinita, ao contrário de nossos corações e mentes em que o infinito é apenas uma pequena fração do quão grande ele pode realmente ser.

Existem dores que nunca se vão, dor de amar, dor de morrer, mas a única dor em que somos fardados nos guiar infinitamente entre ela, é a dor do existir, a dor cuja qual não se vai, e nunca se vá. Já somos vitoriosos por não deixar a dor nos dominar, e maiores por não deixar nos auto-destruir, agora, existe algo que nós controlamos, mas deixamos pessoas corruptas de coração e alma dominar : A sociedade. Nós somos a sociedade, logo nós podemos e devemos controlá-la.

O pior ideal não é nem aquele tão banal, pois até mesmo o ideal mais banal que seja, é seguido por ele. O pior ideal é aquele que não é seguido.

De hoje em diante existe uma meta em Croatt, ou melhor, em Eric Felipe, uma meta muito além de um simples ideal, uma meta há muito esquecida, que é a base para todos, para tudo, para o progresso, para o mundo : Ser Eu.

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